quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Arquitetura Moderna


                                               (Casa da Cascata, de Frank Loyd Wright)


Arquitetura Moderna é o conjunto de movimentos e escolas arquitetônicas que vieram a caracterizar a arquitetura produzida durante grande parte do século XX (especialmente os períodos entre as décadas de 20 e 60), inserida no contexto artístico e cultural do Modernismo. Não há uma ideologia moderna única. Suas características podem ser encontradas em origens diversas como a Bauhaus, na Alemanha; em Le Corbusier, na França, e em Frank Lloyd Wright nos EUA. Muitos historiadores de arquitetura (como Leonardo Benevolo e Nikolaus Pevsner) traçam a gênese histórica do moderno em uma série de movimentos ocorridos em meados do século XIX, como o movimento Arts & Crafts (Artes e Ofícios).

Um dos princípios básicos do modernismo era renovar a arquitetura de modo a rejeitar toda a arquitetura
anterior ao movimento – fato posteriormente questionado pelos pós-modernistas. Considera-se genericamente que tenham existido duas grandes vertentes do movimento moderno: o International Style, de origem européia; e a Arquitetura Orgânica de origem americana.

Apesar de ser um momento multifacetado da produção arquitetônica internacional, o Modernismo manifestou alguns princípios que foram seguidos por vários arquitetos, das mais variadas escolas e tendências. A primeira e mais clara característica é a rejeição por parte dos modernos do repertório formal do passado, e a aversão deles à idéia de estilo. Conjuntamente às vanguardas artísticas que manifestavam-se no período de gênese do moderno (décadas de 1920 e 30), havia no ar um sentimento de construção que levaria à criação e ao estudo de espaços abstratos, geométricos e mínimos. 

Os modernos viam no ornamento, um elemento típico dos estilos históricos, um inimigo a ser combatido:
"produzir uma arquitetura sem ornamentos", tornou-se um desafio constante! Outra característica importante eram as idéias de industrialização, economia e a recém-descoberta noção do design. Acreditava-se que o arquiteto era um profissional responsável pela correta e socialmente justa construção do ambiente habitado pelo homem, carregando um fardo pesado. Os edifícios deveriam ser econômicos, limpos, úteis. Neste sentido, duas máximas permearam o período do moderno: “Menos é Mais” frase cunhada pelo arquiteto Mies Van der Rohe e “A Forma Segue a Função”, do arquiteto Louis Sullivan. Estas sentenças sintetizam bem o ideário moderno, ainda que em vários momentos tenham sido confrontadas.


É possível traçar três principais linhas evolutivas nas quais pode-se encontrar a gênese da Arquitetura Moderna. O que une as três linhas é o fato de que elas terminam naquilo que é chamado de Movimento Moderno na Arquitetura, considerado o clímax de uma trajetória histórica que desembocou na arquitetura realizada na maior parte do século XX.


A primeira destas origens é a que leva em consideração que a ideologia arquitetônica moderna está absolutamente ligada ao projeto da modernidade e, em particular, à visão de mundo iluminista. Esta linha localiza o momento de gênese na arquitetura realizada com as inovações tecnológicas obtidas com a Revolução Industrial e com as diversas propostas urbanísticas e sociais realizadas por teóricos como os socialistas utópicos e os partidários das cidades-jardins. Segundo esta interpretação, o problema estético
aqui é secundário: o moderno tem muito mais a ver com uma causa social que com uma causa estética. 
(Bairro da Encarnação - Lisboa - Portugal - Modelo de Cidade-Jardim, por Ebenezer Howard)


A segunda linha leva em consideração as alterações que se deram nos diversos momentos do século XIX com relação à definição e teorização da arte e de seu papel na sociedade. Esta interpretação dá especial destaque ao movimento Arts & Crafts e ao Art Noveau de uma forma geral, consideradas visões de mundo que, ainda que presas às formas e conceitos do passado, de alguma forma propunham novos caminhos para a estética do futuro.

Uma terceira linha, normalmente a mais comumente entendida como sendo a base do modernismo, é a que afirma que a arquitetura moderna surge justamente com a gênese do movimento moderno, sendo as interpretações anteriores apenas conseqüências desta forma de pensamento. A Arquitetura Moderna surge,
portanto, com as profundas transformações estéticas propostas pelas vanguardas artísticas das décadas
de 10 e 20, em especial o Cubismo, o Abstracionismo -com destaque aos estudos realizados pela Bauhaus, pelo De Stijl e pela vanguarda russa- e o Construtivismo.

A Bauhaus, ou como é conhecida, "Staatliches Hauhaus" (casa estatal de construção), é uma escola
de design, artes plásticas e arquitetura de vanguarda que funcionou entre 1919 e 1933 na Alemanha. A
Bauhaus foi uma das maiores e mais importantes expressões do que é chamado Modernisnmo no design e arquitetura, sendo uma das primeiras escolas de design do mundo. Um de seus principais objetivos era unir artes, artesanato e tecnologia. A máquina era valorizada, e a produção industrial e o desenho de produtos tinham lugar de destaque.




O Arts & Crafts (Artes e Ofícios), foi um movimento estético surgido na Inglaterra em meados do século
XIX. Entre outras idéias, defendia o fim da distinção entre o artesão e o artista. Durou relativamente pouco tempo, mas influênciou o movimento francês da Art Nouveau e é considerado por diversos historiadores como uma das raízes do modernismo do design gráfico, desenho industrial e arquitetura. Era relacionado com o movimento Arts & Crafts e teve grande destaque durante as últimas décadas do século XIX e primeiras décadas do século XX. Caracteriza-se pelas formas orgânicas, escapismo para a natureza e valorização do trabalho artesanal.

A Arquitetura Moderna Internacional teve grandes nomes de referência. Os mais influentes foram: Mies Van der Rohe, Frank Lloyd Wright e Le Corbusier

Mies van der Rohe procurou sempre uma abordagem racional que pudesse guiar o processo de projeto arquitetônico. Sua concepção dos espaços arquitetônicos envolvia uma profunda depuração da forma, voltada sempre às necessidades impostas pelo lugar, segundo o preceito no minimalismo, Less is More (menos é mais). Atuou como professor da Bauhaus e um dos formadores do que ficou conhecido por International Style, onde deixou a marca de uma arquitetura que prima pela clareza e aparente simplicidade. Os edifícios da sua maturidade criativa fazem uso de materiais representativos da era industrial, como o aço e o vidro, presentes na maioria das obras modernas. Grandes referências de sua arquitetura são a Casa Farnsworth e o Pavilhão Alemão da Feira Mundial de Barcelona.
(Casa Farnsworth - Mies Van der Rohe)

(Pavilhão Alemão da Feira Mundial de Barcelona - Mies Van der Rohe)






Frank Lloyd Wright é considerado um dos mais importantes arquitetos do século XX. Foi a figura chave da arquitetura orgânica, um desdobramento da Arquitetura Moderna que se contrapunha ao International Style europeu. Trabalhou no início de sua carreira com Louis Sullivan, um dos pioneiros em arranha-céus da Escola de Chicago. Wright defendia que o projeto deve ser individual, de acordo com sua localização e finalidade. Também influenciou os rumos da Arquitetura Moderna suas idéias e obras. Seus principais trabalhos foram a Casa da Cascata, também conhecida por Casa Kaufmann, e a Sede do Museu Solomon R. Guggenheim, em Nova Iorque.
(Casa da Cascata - Frank Lloyd Wright)

(Sede do Museu Solomon R. Guggenheim, NY - F.L. Wright)


Le Corbusier é considerado juntamente com Frank Lloyd Wright, Alvar Aalto e Mies Van der Rohe, um dos mais importantes arquitetos do século XX. Le Corbusier defendia que, “por lei, todos os edifícios deviam ser brancos”, criticando qualquer esforço artificial de ornamentação. A sua influência estendeu-se ao urbanismo, onde defendia que a cidade do futuro, na sua perspectiva, deveria consistir em grandes blocos
de apartamentos assentados sobre pilotis, deixando o terreno fluir sob a construção, formando algo semelhante a parques de estacionamento. Entre as contribuições de Le Corbusier à formulação de uma nova linguagem arquitetônica para o século XX, encontram-se cinco pontos, tais como: 


- construção sobre pilotis, ao tornar as construções suspensas, cria-se uma inédita relação “interno-externo” entre observador e morador;
- terraço-jardim - com o avanço técnico do concreto-armado, seria possível aproveitar a última laje da edificação como espaço de lazer;
- planta livre da estrutura, o uso de sistemas viga-pilar em grelhas ortogonais geraria a flexibilidade necessária para a melhor definição espacial interna possível;
- fachada livre da estrutura, os pilares devem ser projetados internamente às construções, criando recuos nas lajes de forma a tornar o projeto das aberturas  mais flexível;
- criação da janela em fita, à uma certa altura, de um ponto ao outra da fachada, de acordo com a melhor orientação solar. 
Suas principais obras são a Villa Savoye, na qual aplicou seus cinco pontos, e as Unidades de Habitação em Berlim, onde estabeleceu a prática da construção modular, possibilitando ao arquiteto estudar as proporções humanas aplicadas ao projeto de edificações.


(Residência Villa Savoye - França - Le Corbusier)

(Unidades de Habitação em Berlim-Alemanha - Le Corbusier)



Arquitetura Moderna no Brasil



A história da Arquitetura Moderna no Brasil, é a história de um punhado de jovens e de um conjunto de obras realizado com uma rapidez inacreditável. Em poucos anos, uma idéia que teve apenas o tempo de lançar suas raízes, em São Paulo e no Rio de Janeiro, floresceu e alcançou uma maturidade paradoxal. Não demandou sequer, como se poderia supor, o tempo de uma geração, mas apenas os poucos anos de passagem de uma turma pela escola de arquitetura. 


Em seu ensaio sobre arquitetura brasileira, Lúcio Costa, cujo papel nessa história jamais será suficientemente louvado, ao analisar o período que vai de 1930 a 1940 e que antecede a construção do Ministério da Educação e Saúdeassinala com propriedade que “a arquitetura jamais passou, noutro igual espaço de tempo, por tamanha transformação".

Lúcio Costa, trouxe uma arquitetura mais próxima da realidade brasileira, a única que, ao responder diretamente às exigências do clima e dos materiais, assim como as necessidades do povo, poderia servir de base e de ponto de partida uma interpretação construtiva das necessidades arquitetônicas do Brasil no pós-guerra, ou seja, um país ainda em formação, em busca de uma nova identidade, de um novo reconhecimento à nível internacional.

Examinando mais de perto as características da Arquitetura Moderna brasileira dos dias de hoje, convém assinalar dois fatores que contribuíram decisivamente para a sua formação. O primeiro foi a pesquisa sobre os problemas da insolação. O segundo fator foi o desenvolvimento de uma técnica avançada de uso do concreto armado, que resultou não só em estruturas mais leves e elegantes, mas também em uma economia significativa, em comparação com o custo da construção em outros países. Esses dois fatores estão associados diretamente às duas características mais salientes da arquitetura moderna no Brasil: o emprego de grandes superfícies de vidro, protegidas, quando necessário, por "brise-soleil", e o uso de estruturas livres, apoiadas sobre pilotis, com o térreo aberto quando possível. Essas duas características mostram também a marcante influência de Le Corbusier.

A vinda de Le Corbusier para o Brasil foi de extrema importância como influência para o desenvolvimento da Arquitetura Moderna no país. Ao passar pelo Rio de Janeiro foi convidado a participar do projeto do Ministério da Educação e Saúde, que se tornou um dos principais edifícios da Arquitetura Moderna brasileira. Também influenciou na concepção do MASP (Museu de Artes de São Paulo) e da Cidade Universitária em São Paulo (USP), e na construção de Brasília-DF, (Plano Piloto), da qual lamentou não participar...



Além de Lúcio Costa, o Brasil também conta com um número bastante significativo de arquitetos modernistas deste período, e os  mais influentes são:

Gregori Warchavchik

Russo, naturalizado brasileiro, construiu para si, a primeira residência modernista brasileira, no ano de 1928. Localizada na Rua Santa Cruz, Vila Mariana, São Paulo-SP.









João Batista Vilanova Artigas
Arquiteto brasileiro, professor, sendo um dos maiores representantes da história da arquitetura moderna de São Paulo, tanto pelo conjunto de obras realizadas, como pela formação de vários outros arquitetos. Dentre algumas de suas obras, estão o Prédio da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP (FAU), o Estádio Cícero Pompeu de Toledo - Morumbi, etc.






Affonso Eduardo Reidy


Arquiteto brasileiro formado pela Escola Nacional de Belas Artes do R.J. Algumas de suas obras são: Ministério da Educação e da Cultura (Palácio Gustavo Capanema); Museu de Arte Moderna do R.J (MAM); Conjunto Habitacional da Gávea, Conjunto Habitacional Pedregulho, participou do projeto do Aterro do Flamengo, juntamente com Burle Marx; 

















                       






Rino Levi


Arquiteto brasileiro, filho de imigrantes italianos. Em 1921 foi para Itália estudar na  Escola Preparatória e de Aplicação para Arquitetos Civis (Milão), e depois na Escola Superior de Arquitetura (Roma). Retornou ao Brasil no ano de 1926.
Algumas de suas obras mais conhecidas: Banco Sulamericano de São Paulo (atual Itaú); Hospital Israelita de São Paulo - Albert Einstein;




(Residência Olívio Gomes - Rino Levi)

(Residência Milton Guper - Rino Levi)


Lina Bo Bardi

Arquiteta italiana que muito contribuiu se destacou na arquitetura moderna brasileira. Chegou ao Brasil em 1946 e foi responsável pelo uso de novos revestimentos, com desenhos estilosos e arrojados, destacando-se também pelo uso de materiais aparentes (concreto e tijolo), exposições de tubulação, conexões e fiações. Na década de 50, foi professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo (FAU-USP), trabalhando também como designer de mobiliários.  De todo seu acervo arquitetônico, destacam-se as seguintes obras:
(MASP - Museu de Arte de São Paulo)

(Teatro Oficina de São Paulo)

(SESC - Pompéia - São Paulo)


Oscar Ribeiro de Almeida de Niemeyer Soares
Arquiteto brasileiro considerado um dos mais influentes na Arquitetura Moderna Brasileira e Internacional. Foi o maior pioneiro das possibilidades e formas plásticas, de se trabalhar com o concreto-armado.
Ao ser questionado sobre arquitetura e suas formas, Niemeyer cita:
"Não é o ângulo reto que me atrai, nem a linha reta, dura, inflexível, criada pelo homem. O que me atrai é a curva livre e sensual, a curva que encontro nas montanhas do meu país, no curso sinuoso dos seus rios, nas ondas do mar, no corpo da mulher perfeita! De curvas é feito todo o universo, o universo curvo de Einstein".

Formado como engenheiro-arquiteto em 1934, pela Escola Nacional de Belas Artes no RJ, seu primeiro projeto individual construído, foi a instituição filantrópica sem fins lucrativos (assistência social a bebês), conhecida como Obra do Berço (1937), na cidade do Rio de Janeiro.

O Ministério da Educação e da Saúde (1936), pode ser considerado um marco na história da arquitetura moderna brasileira, porque foi projetado pelos arquitetos: Oscar Niemeyer, Lúcio Costa, Carlos Leão, Affonso Eduardo Reidy, Ernani Vasconcellos e Jorge Machado Moreira; tendo como consultor técnico, Le Corbusier.

O Conjunto Arquitetônico da Pampulha, em Belo Horizonte-MG (1944), foi projetado a pedido do então prefeito Juscelino Kubitschek. Trata-se de um conjunto de edifícios em torno do lago artificial da Pampulha, um cassino, uma igreja, uma casa de baile, um clube e um hotel:



O Edifício COPAN (1951) de SP, originalmente construído para abrigar 30 andares residenciais, e uma outra ala com hotel e 600 apartamentos:

A Casa das Canoas (1952) construída por Niemeyer em São Conrado-RJ, para ser a sua própria residência, também é considerada uma grande inovação para a época. A casa foi construída sem alteração do terreno, estando totalmente integrada à natureza:

A Catedral Metropolitana de N.ª Sra. da Aparecida (1958), mais conhecida como Catedral de Brasília, no Distrito Federal, contendo uma área circular de 70 metros de diâmetro:

Em Brasília, enquanto Niemeyer era responsável pelo projeto dos edifícios, Lúcio Costa foi o responsável pelo planejamento urbano da cidade, 
Além da catedral, de vários edifícios e residências, Niemeyer também projetou o Palácio do Planalto (1958), o Palácio da Alvorada, e o Congresso Nacional







Já em 1983, projeta a Passarela do Samba no RJ (Praça da Apoteose):


Memorial da América Latina (São Paulo, 1987)


Museu de Arte Contemporânea - MAC  (Baía de Guanabara, Niterói - R.J, 1991)



Museu Oscar Niemeyer - Curitiba - PR (2001)


Monumento 500 anos de São Vicente - S.P / Ilha Porchat (2002)



Roberto Burle Marx
Formado pela Escola Nacional de Belas Artes como artista plástico, foi renomado internacionalmente ao exercer a profissão de arquiteto-paisagista. Embora grande parte de suas obras estão no Rio de Janeiro, podemos encontrar várias outras ao redor do mundo.
Os primeiro projetos paisagístico de Burle Marx, foram: paisagismo para a residência da família Schwartz no Rio de Janeiro em 1932 e em 1934 - Recife/PE - A Praça da Casa Forte:
Fez uso intenso da vegetação nacional, sendo convidado para integrar a equipe de arquitetos do Ministério da Educação e da Saúde, realizando todo o cenário paisagístico do local. O terraço-jardim que projetou para o Edifício Capanema, é um marco na Arquitetura Paisagística Moderna.

A partir do Capanema, Burle Marx passou a trabalhar com uma linguagem bastante orgânica e evolutiva, identificando-a muito com vanguardas artísticas como o abstracionismo, o concretismo, o construtivismo, entre outras. As plantas baixas dos seus projetos, lembram muitas vezes as telas abstratas, nas quais os espaços criados privilegiam a formação de recantos, e caminhos através dos elementos de vegetação nativa


Burle Marx projetou mais de 2000 projetos paisagísticos ao longo de sua carreira, dentre eles:

1953 - Projeta os Jardins da Cidade Universitária da Universidade do Brasil, Rio de Janeiro.
1953 - Projeta o Jardim do Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte.
1954 - Realiza o projeto paisagístico para o Parque Ibirapuera, em São Paulo, SP (não executado).
1955 - Projeta o paisagismo do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ.
1961 - Projeta o paisagismo para o Eixo Monumental de Brasília.
1961 - Paisagismo do Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro.
1963 - Paisagismo do Balneário Municipal de Águas de Lindóia - SP
1968 - Projeta o paisagismo da Embaixada do Brasil em Washington, D.C. (Estados Unidos).
1970 - Projeta o paisagismo do Palácio Karnak, sede oficial do Governo do Piauí.
1971 - Recebe a Comenda da Ordem do Rio Branco do Itamaraty em Brasília.
1982 - Recebe o título Doutor honoris causa da Academia Real de Belas Artes de Haia (Holanda).
1982 - Recebe o título Doutor honoris causa do Royal College of Art em Londres (Inglaterra).
1985 - Doou seu sítio de Guaratiba com seu acervo ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN (Fundação Nacional Pró Memória).
1990 - Projeta o paisagismo do Parque Ipanema, em Ipatinga/MG.


(Aterro do Flamengo)



















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